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Mastologia
INSTRUÇÕES
• Verifique se este caderno de prova contém um total de 10 questões, numeradas de 1 a 10. Se o caderno estiver incompleto, solicite outro ao fiscal da sala. Não serão aceitas reclamações posteriores. • Você deve ler cuidadosamente cada uma das questões. • Essa resposta deve ser marcada na CADERNO DE RESPOSTAS que você recebeu. ATENÇÃO
• Marque as respostas com caneta esferográfica azul ou preta. • Não será permitida qualquer espécie de consulta, nem o uso de aparelhos • Você terá 4:00h para responder a todas as questões.
"Direitos autorais reservados. Proibida a reprodução, ainda que parcial, sem autorização prévia". 2 – CEREM/BAHIA – Residência Médica – 2014 – Mastologia 1. Homem, 51 anos de idade, hipertenso, com quadro de aumento do volume mamário
esquerdo há 4 meses, associado à mastalgia. No exame físico nota-se nódulo circunscrito
de 3 cm retroareolar. Mamografia e ultrassonografia (USG) de mamas sugestivos de
Ginecomastia.

A.
Para avaliação propedêutica inicial, cite 2 dosagens hormonais que devem ser
incluídas.
B. Cite 2 prováveis causas de Ginecomastia.
C. Cite 2 medicações que possuem ginecomastia como efeito colateral.

2. Mulher, de 45 anos de idade, notou nódulo na mama esquerda, há 3 meses, de
crescimento rápido, associado à dor local acíclica, de intensidade progressivamente
maior. Ao exame físico observou-se nódulo fibroelástico, com bordas regulares, móvel e
pouco doloroso, de cerca de 4 cm em seu maior diâmetro, ocupando todo quadrante
lateral da mama esquerda. Ausência de descarga papilar. Linfonodos axilares palpáveis. A
mamografia mostrou nódulo hiperdenso, de contornos regulares, sem microcalcificações
de 4,5 cm, no maior diâmetro. A ultrassonografia (USG) de mamas revelou nódulo
hipoecogênico, oval e circunscrito, com reforço acústico posterior, paralelo a pele, de 3,8
cm no maior diâmetro. Responda as questões abaixo:
A. Qual é a classificação de BI-RADS (Breast Imaging-Reporting and Data System) da
mamografia?
B. Que exames devem ser solicitados?
C. Qual é a conduta?

3. Mulher 25 anos de idade, tabagista, com história de mastalgia esquerda, intensa,
acíclica de forte intensidade, que a impede de realizar suas atividades habituais. Nega
episódios semelhantes anteriores. Ultrassonografia (USG) de mamas BI-RADS 2: cisto
simples de 4 cm em quadrante lateral mama esquerda.

A.
Qual é a conduta a ser tomada na presente consulta?
B. Cite 2 causas de mastalgia de origem benigna.

4. Mulher, primigesta de 20 anos de idade, com pré-natal em unidade básica de saúde
(UBS), idade gestacional de 39 semanas encontra-se com 8 cm de dilatação do colo
uterino. O trabalho de parto evolui de forma adequada até o presente momento. Está em
uso de ocitocina 12 mUI/mL. Após apresentar aumento da frequência das contrações
uterinas (6 contrações/10 minutos) observa-se, na cardiotocografia, desacelerações
tardias (DIP II) em mais de 50% das contrações e diminuição da variabilidade.

A.
Cite o diagnóstico para o caso.
B. Qual deve ser a conduta a ser tomada nesse momento?
CEREM/BAHIA – Residência Médica – 2014 – Mastologia - 3 5. Mulher, 70 anos de idade, branca, em consulta de rotina ginecológica, cuja mãe
faleceu por complicações de fratura de colo de fêmur, há 2 anos. No prontuário consta
menopausa aos 52 anos. Nega tabagismo e etilismo. Trata regularmente hipotireoidismo
há 5 anos, em uso de levotiroxina 125 mcg/dia. Hipertensão arterial sistêmica em
tratamento, IMC = 32 kg/m2.

A.
A paciente quer saber quais são os fatores de risco identificados no seu caso para
osteoporose.
B. Nesta consulta (dezembro de 2013) deve ser indicada densitometria óssea,
considerando que a última foi realizada em outubro de 2012?
C. A paciente também quer saber se deve continuar fazendo citologia oncótica vaginal,
pois fez última (que foi normal) em 2012 e iniciou novo relacionamento em 2013.

6. Mulher 22 anos de idade, primigesta, pré-natal irregular, é admitida no Pronto-socorro
com pressão arterial (PA) = 220/140 mmHg. A equipe obstétrica indicadou cesariana de
emergência, após a imediata coleta de exames. A cesariana ocorre sem intercorrências
sob anestesia geral. Após o parto a paciente foi encaminhada para UTI onde chega com
queixa de náuseas e desconforto epigástrico. O médico plantonista é chamado para
avaliar e prescreve dipirona. Ao exame físico da chegada: lúcida, porém um pouco
ansiosa, em ventilação espontânea, com ausculta pulmonar e cardíaca normais. Boa
expansibilidade torácica bilateral; Abdome: flácido, útero palpável, em involução abaixo da
cicatriz umbilical, dor à palpação de hipocôndrio direito, sem sinais de irritação peritoneal;
RHA diminuídos; Loquiação fisiológica, PA: 150X90 mmHg, em uso de nitroprussiato de
sódio, em acesso periférico. Frequência cardíaca (FC): 110 batimentos/min, frequência
respiratória (FR): 18 movimentos/min SO2=99%, Temp axilar = 36ºC. Exames
pré-operatórios: Hb= 8,0 mg/dL, Ht= 24%, Plaquetas: 40.000; Leucograma: 9000 sem
desvio, AST (TGO): 1100 U/L, ALT (TGP): 800 U/L, Ureia: 90 mg/dL e Creatinina:
1,2mg/dL; Glicemia =190 mg/dL.
Após 2 horas na UTI a enfermeira aciona novamente o médico plantonista devido a
paciente apresentar confusão mental, agitação psicomotora, palidez cutâneo - mucosa
importante, sudorese profusa. Ao monitor
SO2: perda de captação do sinal. Agitada, pupilas isofotorreagentes. Sem sinais focais;
Murmúrios vesiculares presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios, Bulhas rítmicas
normofonéticas, em 2 tempos, taquicárdicas. Abdome - distendido, RHA diminuídos, sinais
de dor a descompressão brusca; curativo abdominal seco e limpo, loquiação: fisiológica,
má perfusão periférica, com pulsos filiformes.

A.
Cite e classifique a causa da instabilidade hemodinâmica.
B. Qual é a causa (etiologia) para a instabilidade hemodinâmica?
C. O que explica (causa) a confusão mental?
4 – CEREM/BAHIA – Residência Médica – 2014 – Mastologia 7. Mulher, 80 anos de idade, hipertensa e diabética, portadora de ICC classe funcional
III. Fazia uso regular de carvedilol 25 mg/dia, AAS 100 mg/dia, espironolactona 25 mg/dia
e metformina 850 mg/dia Cursou com queda da própria altura, em casa e fratura do colo
de fêmur direito. Ao ser avaliada pela equipe da ortopedia, decidiu-se por internar a
paciente para compensação clínica pré-operatória prévia. Após uma semana de
enfermaria, a equipe ortopédica solicita avaliação do intensivista, pois estão achando que
a paciente está “estranha”. Ao exame clínico: paciente acordada, confusa, sem interação
clara para com o examinador, descorada 2+/4+, taquipnéica, pupilas isofotorreagentes.
Pressão arterial = 156X88 mmHg, frequência cardíaca = 50 bpm, crepitação finas em
ambos os hemotóraces, até 1/3 médio; bulhas rítmicas, em 2 tempos, abdômen: flácido,
RHA+, sem facies de dor à palpação, extremidades edemaciadas 2+/4+. No prontuário:
Paciente: Maria Q.S.S. Idade: 80 anos ORTOPEDIA RG: 987456-H 1-Dieta geral para hipertenso e diabético 2- Cetoprofeno 100mg, IV, 12/12 horas 3-Carvedilol 12,5 mg, VO, 12/12 horas ELETROCARDIOGRAMA (realizado há 2 horas):

A.
A alteração mais expressiva do eletrocardiograma é consequente a que distúrbio
eletrolítico?
B. Considerando o caso e sua evolução:
I. Qual foi a causa primária que levou ao distúrbio apontado no item anterior?
II. Explique o que contribuiu para o mecanismo da causa primária
C. Quais exames laboratoriais devem ser solicitados nesse momento?
D. Conduta medicamentosa imediata para a paciente (medidas de redistribuição e
expoliação) considerando os riscos de morte e a condição clínica da paciente,
(riscos/benefícios).
CEREM/BAHIA – Residência Médica – 2014 – Mastologia - 5 8. Mulher, 65 anos de idade, obesa, hipertensa controlada, internada, em pós-operatório
há 2 dias, para reconstrução eletiva de trânsito intestinal, após colectomia há 6 meses,
para ressecção de neoplasia (cirurgia não curativa). Estava na enfermaria, conversando,
quando começou a referir importante desconforto torácico e sensação de morte. A
enfermeira monitorizou a paciente e acionou o “time de resposta rápida” do hospital
(código amarelo), que ao chegar, notou os seguintes dados: respondendo aos chamados
com
cardíaca: 144 batimentos/min, ritmo sinusal e SO2 = 83%; Ausculta respiratória e
cardíacas: normais; ausência de turgência de jugulares. Após realizar as medidas de
intubação e estabilização foi realizado ecocardiograma: sem disfunção ventricular aguda
ou acinesia/discinesia de parede; radiografia de tórax: normal marcadores: troponina e
CkMB: normais.

A.
Cite a principal suspeita clínica para o evento agudo?
B. Cite 3 fatores de risco para o evento descrito acima.
C. Escreva as medidas que devem ser tomadas para o evento agudo a fim de reduzir
riscos para a paciente.

9. Homem, 19 anos de idade vítima de colisão frontal moto X poste. Resgatado pelo
serviço aero médico após 15 minutos. Dados no local do trauma: Glasgow = 3, pressão
arterial (PA) = 60x 40mmhg, frequência cardíaca (FC) = 155 batimentos/min, sinais claros
de broncoaspiração. Realizada intubação oro traqueal, expansão com 1000 ml de SF
0,9% e encaminhado para o hospital. O cirurgião decide encaminhar o paciente do
heliporto direto para a sala operatória, pois suspeita de lesão de baço, indicando
laparotomia exploradora de urgência; Você segue junto com a equipe da emergência e o
paciente para a sala operatória. Na sala cirúrgica o paciente apresenta: Glasgow = 3,
pupilas anisocóricas, FC = 120 bpm, PA = 70x 40mmg, SO2=55%; Ausculta
cardíaca – bulhas ritmicas em 2 tempos, taquicárdicas, sem turgência jugular; ausculta
respiratória - diminuída globalmente, rude, com muitos roncos de transmissão;
movimentos respiratórios assincrônicos, expansibilidade torácica diminuída bilateralmente;
extremidades: mal perfundidas, com sinais de fraturas fechadas em MMSS, porém com
pulsos preservados; abdome: distendido, sendo lavado rapidamente para iniciar a
laparotomia exploradora.

A.
Descreva a sequencia de ações que você e o anestesista de plantão deverão seguir
para a melhor evolução do paciente.
B. Até que seja excluída, a anisocoria no paciente vítima de trauma deve ser considerada
causada por?
C. Causa provável de saturação baixa quando associada com esta curva de capnografia.
6 – CEREM/BAHIA – Residência Médica – 2014 – Mastologia gastroduodenopancreatectomia eletiva, sob anestesia geral, sem comorbidades prévias.
Cirurgia com algum grau de dificuldade técnica devido à área de ressecção do tumor. Ao
final da cirurgia apresentou hipotensão, redução do débito urinário, taquicardia, sem
alterações isquêmicas agudas ao eletrocardiograma de 12 derivações. Iniciada a infusão
de drogas vasoativas com melhora pressão arterial, porém mantém lactato em ascensão e
queda do bicarbonato. Capnografia normal; Gasometria com PO2/FiO2 = 290, pH: 7,25,
pO2=174mmHg, pCO2= 66mmHg, Bicarbonato: 18mEq/L, BE= -3,4; Lactato= 3,3 mmol/dL.
Radiografia de tórax no leito – normal, com cúpulas elevadas bilateralmente; ausculta
cardíaca e respiratória normais; parâmetros do ventilador; modo: PCV = 28 cmH2O,
Volume corrente exalado = 340mL, frequência respiratória = 18 incursões/min,
FiO2 = 60%, PEEP = 6 cmH2O. Recebeu no intra-operatório 10.000 mL de cristalóides no
total e 6 concentrados de hemácias; Hemoglobina e hematócrito estáveis; CKMB e
troponina: normais. Ecocardiograma à beira leito: sem sinais de tamponamento cardíaco;
Função biventricular preservada.

A.
Qual deve ser a causa para a instabilidade hemodinâmica observada?
B. Como diagnosticar o caso acima?
C. Cite quais os fatores de risco para a causa da intercorrência, com base na história
clínica relatada.
CEREM/BAHIA – Residência Médica – 2014 – Mastologia - 7 8 – CEREM/BAHIA – Residência Médica – 2014 – Mastologia

Source: http://www.edudata.net.br/rmba14/prvs/rmba14_masto.pdf

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